VERSOS DE UM MANJAR


Há um dito que diz, nada ocorre por acaso. De fato, além das aparências, o mistério continua! Às vezes, a simples intenção voltada para qualidades vindas de um Plano superior abre um novo canal e, sem qualquer razão, surgem frutos em vertentes novas ou inusitadas.

Um exemplo disso ocorreu em SAMPA, no dia 14 de março de 2015, véspera de um belo domingo. Entre os e-mails, uma linda sugestão: minha caríssima sobrinha Adriana fazia um amável convite, e ela dizia algo assim – ‘caso você não tenha outro compromisso, amanhã, por volta das 13 horas, gostaria de almoçar em sua companhia num restaurante vegetariano, de preferência onde também vende produtos naturais e orgânicos’.

Ora, longe de ser um simples encontro gastronômico, o chamado vinha de uma grande amiga de Alma – com quem sempre rola confidências e interessantes papos em vários campos, tais como, saúde, desenvolvimento humano, entre outros.

Então, a seguir, ela acrescenta uma frase, mais ou menos assim – ‘se o almoço for naquele tal lugar ..., é tudo por minha conta’! Aí, não deu outra! Com certo riso nos lábios, comecei a escrever alguns versos. Pouco a pouco, uma simples brincadeira evoluiu e resultou em seis quadrinhas, um Poema Singular com o título de ‘Manjar’. E assim, essa foi a historinha da letra de mais uma canção, em breve.


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